Google+ GRITOS VERTICAIS: Lusco-Fusco

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Lusco-Fusco


(Antigua II – Paul Brent)
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LUSCO-FUSCO
(André L. Soares)
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Pior que estar entre paredes
é ver no ar livre o muro,
perceber a solidão que há em tudo,
sentir o passo preso aos nós.
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Contra essa prisão resisto e luto
nos limites do escuro
entre dois sóis,
atento ao alerta de perigo
que se traduz nos tons do lusco-fusco,
quando o tempo
– implacável e brusco –
rouba-me o prazer
da tua voz.
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6 comentários:

  1. Amigo seu blog consta em links rotativos..

    mulheresdeuberlandia.blogspot.com

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  2. Lindo demais querido!
    Versos que despertam emoções, palavras que tocam no fundo da alma.
    Eu já havia passado aqui, mas voltei para ler mais um cadinho, comentar e também deixar meus beijos para você com votos de um lindo Domingo.

    Beijussssssssssssssss Poeta.:)

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  3. Gostei muito da temática e da forma como desenvolveu o poema. Um belo poema. Beijos e uma ótima semana!

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  4. deveras lindo

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  5. LUSCO-FUSCO

    Nas últimas luzes do sol
    a noite se entrega ao clarão da lua
    num céu coalhado de estrelas.

    Não sei onde esqueci meus sonhos.
    Procuro no álbum de fotografias
    os amores felizes que tive
    e que no tempo se perderam.

    Na cozinha, o suave aroma
    do chá de madressilva.
    Debruçada à janela,
    ouvimos o som de um violão.
    - Eu e minha solidão.

    Verluci Almeida

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  6. Boa tarde.

    Agradeço a todos pela visita, leitura e comentários. Espero que continuem presigiando os 'Gritos Verticais'.

    Muito obrigado.
    Sejam sempre muito bem vindos.

    Grande abraço!

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