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quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Mágicos

 (Foto: André L. Soares)
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MÁGICOS
(André L. Soares)
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Quero ser o teu vértice.
Quero que sejas meu ápice.
Tornar-te-á minha fênix,
sendo teu corpo, um cálice.
Isento o amor de limítrofes,
além dos duais semáforos,
ambos livres tal pássaros
em homenagem a Ícaro,
num fim de tarde em Trípoli,
sorvendo vinho dos cântaros,
desprezaremos os clérigos,
reescreveremos os cânones.
Após banharmos em bálsamos,
reinventando teu ânimo,
libertando-nos do pânico
da vida que passa em átimos;
e ao som de sax e pífanos
inverteremos os trópicos:
eu vivendo de teu pêssego,
tu vibrando em minha sístole,
renasceremos no epílogo,
eternizados no intróito.
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4 comentários:

  1. Esse poema me fez pensar na maneira de algum poeta escrever, so nao lembro qual. Gostei! Bjs

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  2. Sabe, eu estou adorando mais essa possibilidade de apreciar sua poesia.
    Esse é mais um de seus LINDOSSSSSS poemas André. Beijusssssss poeta. ;)

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  3. Obrigada pela visita, poeta! Muito mais pela oportunidade de conhecer este belo espaço, repleto de sensíveis e belas poesias.

    “Um poeta é sempre irmão do vento e da água:
    deixa seu ritmo por onde passa.”
    Cecília Meireles

    Voltarei sempre para me deliciar!

    Beijo terno

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  4. Bom dia

    Agradeço a todos, pela visita, leitura e comentários. Espero que continuem prestigiando os 'Gritos Verticais'.

    Muito obrigado.
    Sejam sempre muito bem vindos.

    Grande abraço!

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